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Há uma grande diferença entre praticar uma religião e experimentar um relacionamento com Deus. Há uma grande diferença entre religião e salvação. Há muitas religiões, mas um só Deus e um só Evangelho. Religião vem dos homens; "O Evangelho é o poder de Deus para a salvação por meio de Jesus Cristo". Religião é o ópio do povo; Salvação é presente de Deus ao homem perdido. Religião é história do homem pecador que precisa fazer alguma coisa para o seu deus imaginado. O Evangelho nos diz o que o Deus Santo fez pelo homem pecador. Religião procura um deus; O Evangelho é a Boa Nova de que Jesus Cristo procura o homem que se encontra no caminho errado. "Porque o Filho do Homem veio salvar o que se havia perdido" (Mateus 18:11). O Evangelho muda o ser humano por dentro por meio da presença do Espírito Santo de Deus em seu coração. Nenhuma religião tem um salvador ressuscitado, que perdoa os pecados e dá vida eterna, pois só Jesus Cristo venceu a morte. Por isso, dirija-se só a Jesus Cristo. Ele é o único que pode perdoar os seus pecados e lhe dar vida nova nesta vida e vida eterna no reino de Deus. "Crê no Senhor Jesus, e serás salvo" (Atos 16:31). "E o sangue de Jesus , Seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (I João 1:7). Receba a Jesus AGORA em seu coração como seu Salvador e como único Senhor de sua vida. "Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações"; "Hoje é o dia da Salvação". E depois de aceitar a Cristo Ele diz: "Se me amais, guardai os meus mandamentos" (João 14:15). "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor" (João 15:10). "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele" (João 14:21).

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Qual Era a Real Aparência de Jesus, Segundo Historiadores

Um homem branco, barbudo, de longos cabelos castanhos claros e olhos azuis. Essa é a imagem mais conhecida de Jesus Cristo, adotada o longo de séculos e séculos de eurocentrismo — tanto na arte quanto na religião.

Apesar de ser um retrato já conhecido pela maior parte dos cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, essa é uma construção que pouco deve ter tido a ver com a realidade.

O Jesus histórico, apontam especialistas, muito provavelmente era moreno, baixinho e mantinha os cabelos aparados, como os outros judeus de sua época.

A dificuldade para saber como era a aparência de Jesus vem da própria base do cristianismo: a Bíblia, conjunto de livros sagrados cujo Novo Testamento narra a vida de Jesus — e os primeiros desdobramentos de sua doutrina — não faz qualquer menção que indique como ele era fisicamente.

"Nos evangelhos ele não é descrito fisicamente. Nem se era alto ou baixo, bem-apessoado ou forte. A única coisa que se diz é sua idade aproximada, cerca de 30 anos", comenta a historiadora neozelandesa Joan E. Taylor, autora do livro What Did Jesus Look Like? (Qual era a aparência de Jesus, em tradução livre) e professora do Departamento de Teologia e Estudos Religiosos do King's College de Londres.

"Essa ausência de dados é muito significativa. Parece indicar que os primeiros seguidores de Jesus não se preocupavam com tal informação. Que para eles era mais importante registrar as ideias e os papos desse cara do que dizer como ele era fisicamente", afirma o historiador André Leonardo Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro Jesus Histórico - Uma Brevíssima Introdução.

Em 2001, para um documentário produzido pela BBC, o especialista forense em reconstruções faciais britânico Richard Neave utilizou conhecimentos científicos para chegar a uma imagem que pode ser considerada próxima da realidade.

A partir de três crânios do século 1, de antigos habitantes da mesma região onde Jesus teria vivido, ele e sua equipe recriaram, utilizando modelagem 3D, como seria um rosto típico que pode muito bem ter sido o de Jesus.

Esqueletos de judeus dessa época mostram que a altura média era de 1,60 m e que a grande maioria deles pesava pouco mais de 50 quilos. A cor da pele é uma estimativa.

Taylor chegou a conclusões semelhantes sobre a fisionomia de Jesus.

"Os judeus da época eram biologicamente semelhantes aos judeus iraquianos de hoje em dia. Assim, acredito que ele tinha cabelos de castanho-escuros a pretos, olhos castanhos, pele morena. Um homem típico do Oriente Médio", afirma.

"Certamente ele era moreno, considerando a tez de pessoas daquela região e, principalmente, analisando a fisionomia de homens do deserto, gente que vive sob o sol intenso", comenta o designer gráfico brasileiro Cícero Moraes, especialista em reconstituição facial forense com trabalhos realizados para universidades estrangeiras.

Moraes já fez reconstituição facial de 11 santos católicos - e criou uma imagem científica de Jesus Cristo a pedido da reportagem.

"O melhor caminho para imaginar a face de Jesus seria olhar para algum beduíno daquelas terras desérticas, andarilho nômade daquelas terras castigadas pelo sol inclemente", diz o teólogo Pedro Lima Vasconcellos, professor da Universidade Federal de Alagoas e autor do livro O Código da Vinci e o Cristianismo dos Primeiros Séculos.

Outra questão interessante é a cabeleira. Na Epístola aos Coríntios, Paulo escreve que "é uma desonra para o homem ter cabelo comprido".

O que indica que o próprio Jesus não tivesse tido madeixas longas, como costuma ser retratado.

"Para o mundo romano, a aparência aceitável para um homem eram barbas feitas e cabelos curtos. Um filósofo da antiguidade provavelmente tinha cabelo curto e, talvez, deixasse a barba por fazer", afirma a historiadora Joan E. Taylor.

Chevitarese diz que as primeiras iconografias conhecidas de Jesus, que datam do século 3, traziam-no como um jovem imberbe e de cabelos curtos.

"Era muito mais a representação de um jovem filósofo, um professor, do que um deus barbudo", pontua ele.

"No centro da iconografia paleocristã, Cristo aparece sob diversas angulações: com o rosto barbado, como um filósofo ou mestre; ou imberbe, com o rosto apolíneo; com o pálio ou a túnica; com o semblante do deus Sol ou de humilde pastor", contextualiza a pesquisadora Wilma Steagall De Tommaso, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Museu de Arte Sacra de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião.

Imagens

Joan acredita que as imagens que se consolidaram ao longo dos séculos sempre procuraram retratar o Cristo, ou seja, a figura divina, de filho de Deus — e não o Jesus humano.

"E esse é um assunto que sempre me fascinou. Eu queria ver Jesus claramente", diz.

A representação de Jesus barbudo e cabeludo surgiu na Idade Média, durante o auge do Império Bizantino. O professor Chevitarese diz que nesse período começaram a retratar a figura de Cristo como um ser invencível, semelhante fisicamente aos reis e imperadores da época.

"Ao longo da história, as representações artísticas de Jesus e de sua face raras vezes se preocuparam em apresentar o ser humano concreto que habitou a Palestina no início da era cristã", diz o sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

"Nas Igrejas Católicas do Oriente, o ícone de Cristo deve seguir uma série de regras para que a imagem transmita essa outra percepção da realidade de Cristo. Por exemplo, a testa é alta, com rugas que normalmente se agrupam entre os olhos, sugerindo a sabedoria e a capacidade de ver além do mundo material, nas cenas com várias pessoas ele é sempre representado maior, indicando sua ascendência sobre o ser humano normal, e na cruz é representado vivo e na glória, indicando, desde aí, a sua ressurreição."

Como a Igreja ocidental não criou tais normas, os artistas que representaram Cristo ao longo dos séculos o criaram ao seu modo.

"Pode ser uma figura doce ou até fofa em muitas imagens barrocas ou um Cristo sofrido e martirizado como nas obras de Caravaggio ou Goya", pontua Ribeiro Neto.

"O problema da representação fiel ao personagem histórico é uma questão do nosso tempo, quando a reflexão crítica mostrou as formas de dominação cultural associadas às representações artísticas", prossegue o sociólogo.

"Nesse sentido, o problema não é termos um Cristo loiro de olhos azuis. É termos fiéis negros ou mulatos, com feições caboclas, imaginando que a divindade deve se apresentar com feições europeias porque essas representam aqueles que estão 'por cima' na escala social."

Essa distância entre o Jesus "europeu" e os novos fiéis de países distantes foi reduzida na busca por uma representação bem mais aproximada, um "Jesus étnico", segundo o historiador Chevitarese.

"Retratos de Jesus em Macau, antiga colônia portuguesa na China, mostram-no de olhos puxados, com a forma de se vestir própria de um chinês. Na Etiópia, há registros de um Jesus com feições negras."

No Brasil, o Jesus "europeu" convive hoje com imagens de um Cristo mais próximo dos fiéis, como nas obras de Cláudio Pastro (1948-2016), considerado o artista sacro mais importante do país desde Aleijadinho. Responsável por painéis, vitrais e pinturas do interior do Santuário Nacional de Aparecida, Pastro sempre pintou Cristo com rostos populares brasileiros.

O teólogo Francisco Catão, autor do livro Catecismo e Catequese, entre outros, defende que as feições de Jesus pouco importam para os religiosos.

"Nunca me ocupei diretamente da aparência física de Jesus. Na verdade, a fisionomia física de Jesus não tem tanta importância quanto o ar que transfigurava de seu olhar e gestos, irradiando a misericórdia de Deus, face humana do Espírito que o habitava em plenitude. Fisionomia bem conhecida do coração dos que nele creem", diz.

Ilustração feita por especialista Richard Neave para documentário da BBC em 2001© BBC

Fonte: MSN/BBC

NOTA DO EDITOR:

A Bíblia Sagrada não descreve a aparência física de Jesus Cristo, mas descreve com excelência o seu caráter e a sua natureza divina. Como está escrito no profeta Isaías 53:1-5

¹ Quem creu em nossa mensagem?

  A quem o Senhor revelou seu braço forte?

² Meu servo cresceu em sua presença,

  como tenro broto verde,

  como raiz em terra seca.

  Não havia nada de belo nem majestoso em sua aparência,

  nada que nos atraísse.

³ Foi desprezado e rejeitado,

  homem de dores, que conhece o sofrimento mais profundo.

  Demos as costas para ele e desviamos o olhar;

  ele foi desprezado, e não nos importamos.

⁴ Apesar disso, foram as nossas enfermidades que ele tomou sobre si,

  e foram as nossas doenças que pesaram sobre ele.

  Pensamos que seu sofrimento era castigo de Deus,

  castigo por sua culpa.

⁵ Mas ele foi ferido por causa de nossa rebeldia

  e esmagado por causa de nossos pecados.

  Sofreu o castigo para que fôssemos restaurados

  e recebeu açoites para que fôssemos curados. 

Há uma grande diferença entre praticar uma religião e experimentar um relacionamento com Deus. Há uma grande diferença entre religião e salvação. Há muitas religiões, mas um só Deus e um só Evangelho. Religião vem dos homens; "O Evangelho é o poder de Deus para a salvação por meio de Jesus Cristo". Religião é o ópio do povo; Salvação é presente de Deus ao homem perdido. Religião é história do homem pecador que precisa fazer alguma coisa para o seu deus imaginado. O Evangelho nos diz o que o Deus Santo fez pelo homem pecador. Religião procura um deus; O Evangelho é a Boa Nova de que Jesus Cristo procura o homem que se encontra no caminho errado. "Porque o Filho do Homem veio salvar o que se havia perdido" (Mateus 18:11). O Evangelho muda o ser humano por dentro por meio da presença do Espírito Santo de Deus em seu coração. Nenhuma religião tem um salvador ressuscitado, que perdoa os pecados e dá vida eterna, pois só Jesus Cristo venceu a morte. Por isso, dirija-se só a Jesus Cristo. Ele é o único que pode perdoar os seus pecados e lhe dar vida nova nesta vida e vida eterna no reino de Deus. "Crê no Senhor Jesus, e serás salvo" (Atos 16:31). "E o sangue de Jesus , Seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (I João 1:7). Receba a Jesus AGORA em seu coração como seu Salvador e como único Senhor de sua vida. "Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações"; "Hoje é o dia da Salvação". E depois de aceitar a Cristo Ele diz: "Se me amais, guardai os meus mandamentos" (João 14:15). "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor" (João 15:10). "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele" (João 14:21).

Degraus Bíblicos Onde Jesus Realizou um Milagre São Descobertos por Arqueólogos

Arqueólogos desenterraram um local onde os cristãos acreditam que Jesus realizou milagres em Jerusalém.

Degraus bíblicos onde Jesus realizou um milagre, descobertos por arqueólogos. Foto: Instagram @cityofdavid

O lance de escadas no tanque de Siloé, que se acredita não ser visto há mais de 2.000 anos, é onde o Novo Testamento registra Jesus como tendo curado um homem cego.

O local histórico fica no distrito de Wadi Hilweh, que os arqueólogos acreditam ser o local original de Jerusalém, ao sul das muralhas da Cidade Velha.

A Autoridade de Antiguidades de Israel, a Autoridade de Parques Nacionais de Israel e a Fundação Cidade de David anunciaram que o Reservatório de Siloé será aberto ao público em um futuro próximo.

Agora, eles fizeram progressos significativos com a escavação. Oito degraus que descem até a piscina são a última parte descoberta.

“As escavações em curso na Cidade de David servem como uma das maiores afirmações dessa herança e do vínculo milenar que judeus e cristãos têm com Jerusalém”, disse Ze’ev Orenstein da Fundação Cidade de David.

“Não é simplesmente uma questão de fé, mas uma questão de fatos”, acrescentou.

A piscina foi construída há cerca de 2.700 anos como parte dos cursos de água de Jerusalém, durante o reinado do rei Ezequias, segundo a Bíblia.

+ Clique aqui para ver o vídeo

Fonte: MSN

Tábua 'Amaldiçoada' Pode Mudar o Que Se Sabe Sobre a Bíblia, Diz Arqueólogo

 


Tabuleta com antigo texto em hebraico que pode indicar o nome de Deus e a origem da Bíblia.
                       Imagem: Michael C. Luddeni/Associates for Biblical Research
Uma tabuleta chamada de "amaldiçoada" foi encontrada por um grupo de arqueólogos e, após longas investigações, eles afirmam que o objeto pode dar pistas sobre o verdadeiro nome de Deus, quando a Bíblia foi escrita e quem foram os responsáveis pela criação do livro mais famoso do mundo. O artefato de chumbo foi localizado no Monte Ebal, também conhecido como território de maldições bíblicas, nos arredores da Cisjordânia, e data de 1.400 a 1.200 a.C., segundo o The Mirror.
Após analisar a tabuleta, o arqueólogo Scott Stripling anunciou em uma coletiva de imprensa em março que descobriu em seu interior um texto hebraico proto-alfabético, na forma de um quiástico - palavras ou frases organizados de forma cruzada - indicando o que acredita ser o nome de Deus - YHWH - e um aviso de que o leitor dos escritos morrerá devido a uma maldição.
Se a datação estiver correta, o objeto pode ser o primeiro registro do nome de Deus, assim como também pode indicar que os israelitas eram alfabetizados quando entraram na Terra Santa e foram capazes de documentar os eventos ocorridos nos tempos bíblicos.
"Este é um texto que você encontra apenas a cada 1.000 anos", disse Gershon Galil, professor da Universidade de Haifa em entrevista ao jornal The Times of Israel. Ele também contribuiu com os esforços para decifrar o texto interno oculto da tabuleta de chumbo com base em digitalizações de alta tecnologia realizadas em Praga na Academia de Ciências da República Tcheca.
'Extremamente importante' Para Galil, essa descoberta não apenas marca um avanço nos estudos sobre a Terra Santa, como também põe fim à discussão acadêmica sobre a alfabetização dos israelitas. "Sabemos que, desde o momento em que chegaram a Israel, eles sabiam escrever, inclusive o nome de Deus, com clareza", explicou. "Não é uma grande surpresa, porque as pessoas já sabiam escrever em outros lugares".
"É [uma descoberta] extremamente importante. Alguns especialistas estão descrevendo isso como a descoberta mais importante de nossas vidas, porque é anterior a qualquer coisa que tenhamos antes em relação aos scripts hebraicos", disse o Strippling.
"A Bíblia foi escrita quando supostamente havia uma escrita alfabética no tempo em que Moisés e Josué poderiam ter feito registros? Muitos críticos, até este ponto, argumentaram contra isso e disseram: 'Não, foi escrito muito mais tarde no período persa ou no período helenístico'", pontuou ele. Strippling acrescentou que os escritos na tabuleta eram mais antigos do que qualquer outro texto hebraico encontrado e reforçou que o material de chumbo vem da Grécia antiga, onde as minas foram intensamente usadas no final da idade do bronze, período datado de aproximadamente 1.200 a.C.
Para o arqueólogo, a descoberta pode não apenas estremecer os limitados conhecimentos que a humanidade tem a respeito de Deus e das histórias bíblicas, como também trazer diferentes pontos de vista sobre essas narrativas, porque, até o momento, muitos estudiosos defendiam a teoria de que a Bíblia só foi escrita centenas de anos após a datação estimada para o texto recém-descoberto. "Agora vemos que alguém poderia escrever um quiástico" no século 12 a.C. A conversa não deveria mais ser sobre se os israelitas eram alfabetizados durante o tempo do rei Davi. A pessoa que escreveu este texto tinha a capacidade de escrever todos os textos da Bíblia", opinou Galil.
FONTE: UOL Noticias

Em rara descoberta, arqueólogos de Israel encontram pergaminhos com texto manuscrito da Bíblia

 

Funcionária da Autoridade de Antiguidades de Israel exibe fragmentos de pergaminho bíblico de 2.000 anos


Israel revelou nesta terça-feira (16/03/2021) fragmentos de um pergaminho bíblico de 2.000 anos de antiguidade, descoberto no deserto da Judeia, no sul do país, e considerou se tratar de uma descoberta "histórica" e uma das mais importantes desde os Manuscritos do Mar Morto.

"Pela primeira vez em quase 60 anos, as escavações arqueológicas revelaram fragmentos de um pergaminho bíblico", afirma a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) em um comunicado.

Escritos em grego, os fragmentos tornaram possível, segundo pesquisadores israelenses, reconstruir passagens dos livros de Zacarias e Naum, que fazem parte do livro dos 12 profetas menores da Bíblia.

O material foi encontrado durante escavações em uma caverna em um penhasco na reserva natural Nahal Hever, no âmbito de uma campanha para combater o saque de patrimônio.

Para realizar a operação, que se estendeu pela parte do deserto da Judeia localizada na Cisjordânia, território ocupado por Israel desde 1967, a AAI forneceu aos arqueólogos drones e equipamentos de montanha, incluindo cordas para descida de rapel.

Fragmentos anteriores foram descobertos por beduínos nas décadas de 1950 e 1960 nesta "caverna dos horrores", assim chamada por causa dos muitos esqueletos encontrados lá, disse Oren Ableman, da AAI.

Nestes novos fragmentos, "encontramos uma mudança textual completamente inesperada, que ainda não explicamos totalmente", disse Ableman à AFP.

Em uma passagem "em vez da palavra 'portais' encontrada nas outras versões, o termo 'ruas' aparece".

Os arqueólogos estão tentando descobrir o significado desta variação, acrescentou.

Além dos fragmentos de pergaminho, os cientistas desenterraram objetos que remontam à revolta judaica de Bar Kokhba contra os romanos (132-136 DC), assim como um esqueleto de criança mumificado de 6.000 anos de antiguidade envolto em tecido e uma cesta de 10.500 anos, provavelmente a mais antiga do mundo, acredita a AAI.

Desde a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, há mais de 70 anos, nas cavernas de Qumran, as cavernas rochosas do Deserto da Judeia se tornaram alvo de saqueadores de antiguidades.

Esses 900 manuscritos são considerados uma das descobertas arqueológicas mais importantes de todos os tempos, porque incluem textos religiosos em hebraico, aramaico e grego, assim como a versão mais antiga conhecida do Antigo Testamento.

De acordo com Israel Hasson, diretor da AAI, que expõe as peças em seu laboratório do Museu de Israel, em Jerusalém, a iniciativa lançada em 2017 tem como objetivo "salvar estas raras e importantes peças patrimoniais das garras dos ladrões".

Os arqueólogos israelenses acreditam que as cavernas serviram como refúgio para os judeus na época da destruição do Segundo Templo em Jerusalém pelos romanos em 70 d.C e durante a revolta de Bar Kokhba cerca de 65 anos depois.

De acordo com Avi Cohen, diretor do ministério de Jerusalém e Patrimônio, que financiou a escavação, o pergaminho testemunha a história judaica da região e o "elo inseparável entre as atividades culturais judaicas e nosso lugar nesta terra".

As descobertas arqueológicas são o assunto de disputas entre palestinos e israelenses, que às vezes são acusados de querer justificar reivindicações territoriais na Cisjordânia. Fonte: Yahoo.

Assista o documentário científico que prova que a Terra não é redonda!

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O Sangue de Jesus Foi Derramado Sobre a Tampa do Propiciatório da Arca da Aliança! Saiba o Que Isto Significa ...

Arca da Aliança - Ron Wyatt


Muito se discute sobre a Arca. Alguns dizem que foi destruída no incêndio do templo, outros afirmam estar numa igreja localizada numa ilha em um lago na Etiópia e alguns acreditam estar escondida em algum monte em Israel, possivelmente o Nebo (no livro apócrifo II Macabeus 2.2-8). No entanto, uma outra história ocorreu em Jerusalém às 14:15h do dia 6 de Janeiro de 1982, numa caverna 7 metros abaixo do local da crucificação, no Calvário, e esta realmente com base bíblica e fundamento histórico. Passados cerca de 17 anos, foi revelado a nível internacional um fato mantido em segredo a pedido das autoridades judaicas em 1982, sendo divulgado naquela época apenas nos EUA.

COMO É A ARCA
Desejada por estadistas da antiguidade como símbolo de poder, a Arca foi tema de “Os Caçadores da Arca Perdida”, o primeiro filme da série Indiana Jones, filmado apenas alguns meses antes da real descoberta. Porém, é completamente diferente daquela apresentada no filme.
Em Êxodo 25:10-22 e 37:1-9 está a descrição completa da Arca da Aliança e da sua tampa, chamada de propiciatório ou “assento de misericórdia”.
É uma caixa de madeira de acácia coberta com ouro com aproximadamente 130 centímetros de comprimento e 80 centímetros de largura e altura, aberta apenas na parte superior. Para transportá-la, foram colocadas 4 argolas, uma em cada canto (parte inferior) e 2 varais de madeira de acácia cobertos com ouro passados por dentro das argolas.
A tampa, chamada de propiciatório, é totalmente feita em ouro puro e do mesmo tamanho da abertura da Arca. Em cada lado, nas extremidades, há um querubim feito de ouro batido de forma que ambos e o propiciatório formam um só objeto. As asas de cada querubim passam por cima do propiciatório e as suas faces, em cada extremidade, estão de frente olhando para o propiciatório. Moisés ouvia a voz de Deus vinda de uma nuvem que aparecia sobre o propiciatório (Levítico 16:2 e Números 7:89).
A ARCA NO TEMPLO E O SEU DESAPARECIMENTO
No Antigo Testamento, no capítulo 35 de II Crônicas a Arca da Aliança é mencionada pela última vez. Era por volta do ano 621 AC, 35 anos antes da invasão e destruição de Jerusalém em 586 AC pelos babilônios sob o comando do rei Nabucodonosor. Como o templo foi completamente destruído, não havia razão para crer que a Arca havia sido retirada antes. No entanto, em II Reis 24.13, 25.13-18 e Jeremias 52.17-23 está descrito em detalhes os artigos que os babilônios levaram da casa do rei Zedequias e do templo. As listas incluíam panelas e outros objetos menores que eram usados no templo, mas o mais valioso e mais significante de toda a mobília, a Arca da Aliança, não foi mencionado! Anos mais tarde, milhares de objetos foram devolvidos para serem colocados no novo templo (Esdras 1.7-11 e 6.5) e a Arca também não estava na lista. Tudo isto sugere que ela não foi levada para a Babilônia, tendo que ter sido retirada do templo entre os anos 621 e 586 AC.
O apócrifo Livro de Baruque tem uma segunda parte onde ele, criado de Jeremias, vê 4 anjos se levantando da cidade e em seguida um outro anjo que desce do céu dizendo que Deus o enviou para avisar que a Arca e os tesouros santos ficariam escondidos sob a terra até o último tempo do domínio dos gentios (estrangeiros) sobre Jerusalém, de forma que os inimigos de Israel nunca os achariam, sendo recuperados ao término desse tempo quando Jerusalém fosse restabelecida totalmente das mãos dos gentios (II Baruque 6.4-10). Ou seja, no futuro, após o domínio de 42 meses do anticristo, a Arca será retirada e colocada no Templo Celestial (Apocalipse 11.19). Com o passar dos séculos se cumpriram as palavras do profeta Jeremias sobre a Arca: O povo judeu a esqueceu, nunca mais se interessou por ela e a Nova Aliança, o Senhor Jesus sentado no Trono, a substituirá no Novo Templo do Reino de Deus (Jeremias 3.16-17).
Há vários registros e histórias diferentes relativas ao destino da Arca. A maioria foi escrita muito tempo depois da Arca desaparecer e a maior parte baseada não nas Escrituras Sagradas ou em pergaminhos históricos mas em lendas. Alguma dessas histórias poderá ser usada futuramente pelo anticristo para enganar os judeus podendo até lhes apresentar uma réplica da Arca (existem algumas na Etiópia) como sendo a verdadeira, colocando-se como o substituto da velha aliança.

A INVASÃO DA CIDADE
“E sucedeu que, ao nono ano do seu reinado, no décimo dia do décimo mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém com todo o seu exército, e se acampou contra ela; levantaram contra ela tranqueiras em redor. E a cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano do rei Zedequias. Aos nove do quarto mês, a cidade se via tão apertada pela fome que não havia mais pão para o povo da terra. Então a cidade foi arrombada, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta entre os dois muros, a qual estava junto ao jardim do rei (porque os caldeus estavam contra a cidade em redor), e o rei se foi pelo caminho da Campina.” II Reis 25.1-4
As tranqueiras eram comumente usadas na antiguidade para render os habitantes da cidade sitiada impedindo a entrada de alimentos. Eram construídas a uma determinada distância (300 metros ou mais) para a própria segurança dos invasores principalmente no caso de haver necessidade de incendiar a cidade.
O cerco durou aproximadamente um ano antes da cidade ser finalmente invadida. Zedequias (rei de Judá) e os soldados judeus fugiram por um caminho que passava entre os muros sendo que o rei foi perseguido e alcançado nas campinas de Jericó, mas os soldados escaparam. Isto foi no dia 9 de Av no calendário judeu.
A HISTÓRIA COMPLETA DA DESCOBERTA
Em 1978, após descobrir algumas rodas dos carros egípcios no Mar Vermelho, o arqueólogo Ronald Wyatt retornou a Jerusalém em decorrência das fortes queimaduras de sol que adquiriu na praia de Nuweiba, no Egito. Hospedado em um hotel e desapontado com o cancelamento da expedição, Wyatt descansava suas pernas inchadas pelas queimaduras até quando teve condições de caminhar pela vizinhança do muro norte da cidade velha.
Enquanto conversava com um profissional em antiguidades romanas, pararam em uma pedreira antiga conhecida como “Escarpa do Calvário”, e apontou para um local que é usado para entulhar lixo. Repentinamente disse: “Esta é a Gruta de Jeremias e a Arca da Aliança está lá”. Wyatt, que nunca se interessou pela procura da Arca, espantou-se com as suas próprias palavras! O homem que o acompanhava ficou entusiasmado prometendo-lhe obter permissão por escrito para escavar e, além disso, receber hospedagem e comida gratuitamente. Mas ele recusou temporariamente a oferta retornando para sua casa no Tennessee, EUA, iniciando um sério estudo sobre o maior tesouro da antiguidade.

ESTUDO SOBRE O DESTINO DA ARCA
Wyatt tirou várias conclusões: A Arca não poderia ter sido levada para a Babilônia, de acordo com as referências bíblicas. Deveria ter sido escondida algum dia entre o ano 621 (18º ano do reinado de Josias) e 586 AC, quando os babilônios invadiram a cidade e o templo foi destruído. Finalmente, a Arca deveria ter sido escondida entre as tranqueiras babilônias e o muro da cidade pois ninguém em Jerusalém pôde sair, considerando que a cidade havia sido totalmente destruída e que era altamente improvável que a Arca estivesse escondida nela. Todos estes pontos emparelharam perfeitamente com a área que Wyatt havia apontado e identificado como sendo a Gruta de Jeremias. O lugar estava exatamente entre o muro e as tranqueiras. Isto era o suficiente para ele voltar a Jerusalém e iniciar a escavação.
Localização da Arca durante o cerco babilônio
NOVA PERMISSÃO PARA ESCAVAR
Em Jerusalém, Wyatt logo descobriu que não era tão fácil obter uma licença para escavar. O profissional de antigüidades romanas que havia lhe prometido a permissão por escrito, não pôde fazer assim. Wyatt tinha trabalhado por muitos anos em vários locais arqueológicos mas tudo feito reservadamente pois ele não era um arqueólogo profissional e isto dificultou a situação. Ele pediu uma licença e esperou três longas semanas. Enquanto isso, ele e sua pequena equipe viajaram para Ashkelon na costa oeste de Israel.
Enquanto nadavam no Mar Mediterrâneo, Wyatt esbarrou com os pés em algo na água. Ao verificar o que era, achou uma antiga e grande panela de pedra e continuando a observar na área descobriu vários destes jarros. Cada um estava cuidadosamente lacrado mantendo o seu interior intacto. Quebrando um dos jarros, achou restos de ossos humanos. Ficou evidente que eram panelas ossuárias antigas.
Wyatt as entregou imediatamente ao pessoal do Departamento de Antigüidades que ficou grandemente entusiasmado ao identificá-las como panelas ossuárias Canaãnitas! Um outro arqueólogo já as tinha procurado anteriormente em toda a praia porém sem sucesso. Ninguém pensou em procurá-las por alguns metros dentro do mar!
Para Wyatt estes achados não eram tão significantes quanto as outras descobertas que ele havia feito, mas como resultado deste achado foi-lhe concedido imediatamente uma licença para escavar em Jerusalém. Sem dúvida, foi uma providência divina!
O LOCAL DA ESCAVAÇÃO
Os 3 dos mais famosos montes na área de Jerusalém são Sião, Moriá e o monte das Oliveiras. Embora seja construída sobre o Sião e o Moriá, a cidade velha normalmente é referida na Bíblia como “Sião”.
Os montes onde a velha Jerusalém foi edificada.

O Moriá foi o local onde Davi ergueu um altar depois de ver o anjo que se levantava pronto para destruir a cidade e onde Salomão construiu o templo. De acordo com o livro de Gênesis havia outro evento significante e histórico que acontecera ali: o sacrifício de Isaque, que foi substituído por um carneiro.
Hoje o grande Domo da Rocha está ... Leia mais em: https://teologiahoje.blogspot.com/p/blog-page_22.html

Achado no Mar da Galileia local onde Jesus teria multiplicado pães e peixes

Arqueólogos israelenses encontraram nos arredores do Mar da Galileia (Lago Tiberiades ou Kinneret) os restos de Betsaida (Julias), o povoado onde, de acordo com a tradição cristã, os apóstolos Pedro, André e Felipe moravam e onde aconteceu o milagre da multiplicação dos pães e peixes.
"Encontramos o que parece ser a cidade dos três apóstolos, onde Jesus multiplicou os pães e os peixes", afirmou nesta segunda-feira à Agência Efe o arqueólogo Mordejai Aviam, do Kinneret College, em Israel, que há três anos trabalha neste projeto.
Na margem nordeste do Mar da Galileia, a equipe vasculhou o lugar onde, conforme o Novo Testamento, estiveram três dos apóstolos de Jesus, a Reserva Natural do Vale de Betsaida, como é conhecida hoje.
Há pouco tempo, Aviam achou, com mais 25 arqueólogos e voluntários, uma capa do período das Cruzadas, uma feitoria de açúcar do século XIII, um mosteiro e o que parece ser uma igreja. Dois metros debaixo do solo encontraram restos do período bizantino, que se remonta à etapa final do Império Romano e que nos seus primeiros anos de vida se estendeu por todo o Mediterrâneo Oriental. Tempo atrás tinha sido descartada a possibilidade de encontrar algo deste período da história, mas foi a aparição de uma peça de cerâmica em 2014 que fez que a equipe se concentrasse mais nesta área e o que fez aumentar as expectativas.
"Existem moedas, cerâmica, um mosaico, paredes e um banheiro de estilo romano, o que nos leva a crer que não se tratava simplesmente de um povoado, mas de uma grande cidade romana", afirmou Aviam, acrescentando que abaixo da camada que objetos das Cruzadas estão ruínas do período anterior, o Romano (de 300 a 100 a.C.).
De acordo com a Bíblia, Jesus foi para esse lugar para descansar sozinho, afundado na tristeza pela notícia da morte de João (ordenada por Herodes Antipas), mas foi seguido por uma multidão.
Quando anoiteceu, os discípulos sugeriram que ele dispensasse os seguidores para que pudessem comer, mas ele respondeu que não era necessário que fossem embora e pediu para servir as pessoas com os alimentos que tivessem ali. Foi quando os discípulos disseram que só tinham cinco pães e dois peixes.
"18. E ele disse: 'Trazei aqui'. 19. E, tendo mandado a multidão sentar na grama, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. 20. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, 12 cestos cheios. 21. E os que comeram foram quase 5 mil homens, além de mulheres e crianças." (Mateus 14:18-21).
Avian está convicto de que os objetos achados demonstram que esse é o local onde milhões de cristãos viram esse milagre, apesar de outras teorias arqueológicas situarem esse ponto em outros lugares da região, rejeitando essa situação com o argumento de que o nível do lago nessa área cobria a zona, algo que as novas descobertas contradizem.
O historiador Flávio Josefo descreveu nos seus textos a cidade de Betsadia e explicou que o rei judeu Filipe, o Tetrarca, a transformou, fazendo com que o local se transformasse de uma vila de pescadores em uma autêntica cidade romana.
Não muito longe dali, na cidade de Tiberíades, na margem oposta do lago, novas escavações situam Madala, o povoado onde nasceu e viveu Maria Madalena, uma das figuras femininas mais relevantes da Bíblia.
Os responsáveis pelas mais novas descobertas arqueológicas na zona querem fazer das terras próximas ao Mar da Galileia um lugar de peregrinação, culto e turismo e por isso querem acompanhar os passos de Jesus e percorrer as paisagens por onde ele e seus discípulos caminharam. Para muitos dos que creem, pisar na terra em que Jesus Cristo viveu e ver resquícios que datam de sua época e que põem no mapa atual os lugares apresentados na Bíblia é, além de uma experiência repleta de emoção, uma forma de reafirmar a própria fé.[Fonte: Yahoo]

Arqueólogos encontram portões da cidade bíblica de Gath, onde viva Golias


Reprodução
Uma equipe de arqueólogos da Universidade de Bar-Ilan, em Israel, encontrou as muralhas e portão de entrada de Gath, cidade bíblica que, segundo o livro, abrigava o gigante Golias. O local fica onde hoje funciona o parque nacional Tel Zafit.

Responsável por coordenar a exploração na área em questão, o professor Aren Maeir se diz muito empolgado com a descoberta. Segundo ele, é possível hoje ter provas substanciais de que Gath era uma das mais influentes cidades da região durante seu auge.

Além do portão — principal descoberta da escavação em questão — o professor destaca também uma série de construções que serviam a cidade. Entre elas estão construções feitas para aumentar os serviços de Gath e para melhorar a produção de ferro — grande minério da época — para a região.

Gath foi uma das principais cidades dos filisteus, povo que tem origem indo-europeia e que invadiu a Palestina em 1200 a.C.. Golias, o famoso filisteu, teria sido um soldado derrotado em combate pelo rei dos israelitas, David. [Fonte: Yahoo]

Tema Polêmico: Evangelho inédito revela que Jesus casou e teve dois filhos



Um novo Evangelho escrito em aramaico e descoberto na Biblioteca Britânica promete trazer novas e surpreendentes revelações sobre a vida de Jesus Cristo. Entre elas, que ele foi casado com Maria Madalena e, além disso, teve dois filhos.


O novo livro, traduzido pelos estudiosos Barrie Wilsion e Simcha Jacobovici, terá seus detalhes revelados em coletiva de imprensa na próxima quarta-feira (12/11/2014). Entre as revelações, provavelmente estarão os nomes dos ditos dois filhos de Jesus com Maria Madalena.



Essa não é a primeira vez que a relação entre Maria Madalena e Jesus aparece e causa polêmica entre cristãos. Há muita discussão em torno do suposto casamento entre os dois, já que em alguns livros, como em Lucas, ela é citada como "pecadora". O novo Evangelho pode acabar de vez com essa questão.[Fonte: Yahoo]

Encontrada na Espanha uma das mais antigas imagens de Cristo

Foto de Jorge Guerrero/AFP - Prato de vidro do século IV com imagem de Cristo é visto em 7 de outubro de 2014, em exposição no Museu de Arqueologia de Linares, na Espanha

Um Cristo sem barba, de cabelos curtos e vestindo uma túnica. Gravada em um prato de vidro do século IV, esta atípica representação - uma das mais antigas do cristianismo - foi descoberta por uma equipe de arqueólogos na Espanha.

Durante três anos, os cientistas foram encontrando pequenos fragmentos de vidro sob as ruínas de um prédio dedicado ao culto religioso na jazida arqueológica da antiga cidade ibero-romana de Cástulo, no sul da Espanha.

Mas foi em julho, quando foram encontrados alguns fragmentos que, "por seu tamanho e pelos desenhos que continham", permitiram reconhecer que se tratava de "um documento arqueológico excepcional", explicou à AFP o chefe do projeto, Marcelo Castro.

Depois de colados, os fragmentos revelaram o que os especialistas consideram uma pátena, disco destinado a receber o pão consagrado para a Eucaristia, feita de vidro verde com 22 cm de diâmetro por 4 cm de profundidade, que pôde ser reconstituída em mais de 80%.

Pintada nele, distingue-se a imagem de três personagens com auréolas: no centro, um Cristo imberbe, de cabelo curto e encaracolado, segurando uma grande cruz em uma mão e uma Bíblia aberta na outra. Ao seu lado, dois apóstolos que poderiam ser Pedro e Paulo.

Mais que um retrato fiel, trata-se, segundo Castro, de um modelo artístico arcaico, denominado "alexandrino", próprio de uma etapa remota do cristianismo que, recém-egresso da clandestinidade, ainda contava com poucas imagens.

"Este tipo seria abandonado mais adiante na tradição cristã e daria-se preferência a outras formas de representar Cristo. Mas ele está presente nos primeiros momentos do cristianismo", depois de que, graças ao imperador romano Constantino I (306-337), ele foi legalizado e deixou de ser "uma religião literalmente subterrânea", acrescentou.

As pátenas eram feitas em vidro e não em metais preciosos, como posteriormente.

Para estes arqueólogos, que consultaram grandes especialistas em vidro antigo de Espanha, Itália e Grécia, a peça foi fabricada "em Roma, sem dúvida, possivelmente em Ostia, onde os especialistas consideram que ficavam os ateliês de trabalhos em vidro", disse Castro.

Há no mundo algumas peças similares, como um cálice exibido no Museu do Louvre e um vidro dourado do Toledo Museum of Art de Ohio, nos Estados Unidos, explicou.[Fonte: Yahoo Notícias]


Muitos acreditam que a Arca de Noé encontrada pelos Chineses é a verdadeira


Um grupo de investigadores disse ter encontrado a possível localização da famosa Arca que Noé construiu por ordem de Deus para salvar sua família do Dilúvio sobre a terra.

Cientistas afirmam ter encontrado Arca de Noé na Turquia




Arqueólogo inspeciona estrutura de madeira supostamente encontrada no monte Ararat, na Turquia - Foto: AFP