Há uma grande diferença entre praticar uma religião e experimentar um relacionamento com Deus. Há uma grande diferença entre religião e salvação. Há muitas religiões, mas um só Deus e um só Evangelho. Religião vem dos homens; "O Evangelho é o poder de Deus para a salvação por meio de Jesus Cristo". Religião é o ópio do povo; Salvação é presente de Deus ao homem perdido. Religião é história do homem pecador que precisa fazer alguma coisa para o seu deus imaginado. O Evangelho nos diz o que o Deus Santo fez pelo homem pecador. Religião procura um deus; O Evangelho é a Boa Nova de que Jesus Cristo procura o homem que se encontra no caminho errado. "Porque o Filho do Homem veio salvar o que se havia perdido" (Mateus 18:11). O Evangelho muda o ser humano por dentro por meio da presença do Espírito Santo de Deus em seu coração. Nenhuma religião tem um salvador ressuscitado, que perdoa os pecados e dá vida eterna, pois só Jesus Cristo venceu a morte. Por isso, dirija-se só a Jesus Cristo. Ele é o único que pode perdoar os seus pecados e lhe dar vida nova nesta vida e vida eterna no reino de Deus. "Crê no Senhor Jesus, e serás salvo" (Atos 16:31). "E o sangue de Jesus , Seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (I João 1:7). Receba a Jesus AGORA em seu coração como seu Salvador e como único Senhor de sua vida. "Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações"; "Hoje é o dia da Salvação". E depois de aceitar a Cristo Ele diz: "Se me amais, guardai os meus mandamentos" (João 14:15). "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor" (João 15:10). "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele" (João 14:21).

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domingo, abril 22, 2018

Daniel Capítulo 1 - Leitura, Estudo e Reflexão



Daniel – Capítulo 1
1 No terceiro ano de Jeoaquim como rei de Judá, o rei Nabucodonosor, da Babilônia, atacou Jerusalém, e os seus soldados cercaram a cidade. 2 Deus deixou que Nabucodonosor conquistasse a cidade e também que pegasse alguns objetos de valor que estavam no Templo. Nabucodonosor levou esses objetos para a Babilônia e mandou colocá-los no templo do seu deus, na sala do tesouro. 3 O rei Nabucodonosor chamou Aspenaz, o chefe dos serviços do palácio, e mandou que escolhesse entre os prisioneiros israelitas alguns jovens da família do rei e também das famílias nobres. 4 Todos eles deviam ter boa aparência e não ter nenhum defeito físico; deviam ser inteligentes, instruídos e ser capazes de servir no palácio. E precisariam aprender a língua e estudar os escritos dos babilônios. 5 O rei mandou também que os jovens israelitas recebessem todos os dias a mesma comida e o mesmo vinho que ele, o rei, comia e bebia. Depois de três anos de preparo, esses jovens deviam começar o seu serviço no palácio. 6 Entre os que foram escolhidos estavam Daniel, Ananias, Misael e Azarias, todos da tribo de Judá. 7 Aspenaz lhes deu outros nomes, isto é, Beltessazar, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. 8 Daniel resolveu que não iria ficar impuro por comer a comida e beber o vinho que o rei dava; por isso, foi pedir a Aspenaz que o ajudasse a cumprir o que havia resolvido. 9 Deus fez com que Aspenaz fosse bondoso com Daniel e tivesse boa vontade para com ele. 10 Mas Aspenaz tinha medo do rei e por isso disse a Daniel: – Foi o rei, o meu senhor, quem resolveu o que vocês devem comer e beber. Se ele notar que vocês estão menos fortes e sadios do que os outros jovens, ele será capaz de me matar, e vocês serão os culpados. 11 Aí Daniel foi falar com o guarda a quem Aspenaz havia encarregado de cuidar dele, de Ananias, de Misael e de Azarias. Daniel disse a ele: 12 – Quero pedir que o senhor faça uma experiência com a gente. Durante dez dias, dê-nos somente legumes para comer e água para beber. 13 No fim dos dez dias, faça uma comparação entre nós e os jovens que comem a comida do rei. Então, dependendo de como estivermos, o senhor fará com a gente o que quiser. 14 O guarda concordou e durante dez dias fez a experiência com eles. 15 Passados os dez dias, os quatro jovens israelitas estavam mais sadios e mais fortes do que os jovens que comiam a comida do rei. 16 Aí o guarda tirou a comida e o vinho que deviam ser servidos aos quatro jovens e só lhes dava legumes para comer. 17 Deus deu aos quatro jovens um conhecimento profundo dos escritos e das ciências dos babilônios, mas a Daniel deu também o dom de explicar visões e sonhos. 18 No fim dos três anos de preparo que o rei Nabucodonosor tinha marcado, Aspenaz levou todos os jovens até a presença do rei. 19 Este falou com eles, e entre todos não havia quem se comparasse com Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Por isso, ficaram trabalhando no palácio. 20 Todas as vezes que o rei fazia perguntas a respeito de qualquer assunto que exigisse inteligência ou conhecimento, descobria que os quatro eram dez vezes mais inteligentes do que todos os sábios e adivinhos de toda a Babilônia. 21 E Daniel ficou no palácio real até o ano em que o rei Ciro começou a governar a Babilônia.

Significado de Daniel 1

1.1 — Jeoaquim, rei de Judá reinou de 608 até 598 a.C. O ano terceiro era 605 a.C., de acordo com o sistema cronológico utilizado por Daniel, no qual apenas anos inteiros eram contabilizados. Jeremias, em contrapartida, seguia um sistema no qual qualquer porção do ano era contada como um ano inteiro. Portanto, ele designou 605 a.C. como sendo o quarto ano de Jeoaquim (Jr 25.1; 36.1; 46.2). Jeoaquim era um rei ímpio que primeiramente se aliou aos egípcios e depois aos babilônios até 602 a.C., quando se rebelou. Sua independência durou pouco tempo, e permaneceu sob domínio babilônico até sua morte. O filho de Nabopolassar, fundador do império neo-babilônico (caldeu), era Nabucodonosor, que reinou de 605 a 562 a.C. No verão de 605 a.C., quando seu pai morreu, Nabucodonosor já liderava o exército babilônico. Ele retornou ao reino para garantir seu lugar no trono, mas não antes de derrotar Jerusalém e tomar despojos e prisioneiros, entre eles Daniel. Nabucodonosor expandiu grandemente o império iniciado por seu pai e estimulou a adoração dos antigos deuses babilônicos, principalmente Marduque.

1.2 — O Senhor entregou. O livro de Daniel enfatiza a soberania de Deus em Seu trato com as nações. Jerusalém não sucumbiu simplesmente porque Nabucodonosor era poderoso, mas porque Deus havia julgado o povo de Judá por sua desobediência e idolatria. Uma parte dos utensílios. O restante dos utensílios foram removidos mais tarde quando Jeoaquim se rendeu (2 Rs 24.13; 2 Cr 36.18). Sinar — ou seja, a Babilônia — ficava localizada às margens do rio Eufrates, 80 km ao sul da atual Bagdá, no Iraque. Na casa do tesouro do seu deus. Os utensílios retirados da casa de Deus aparecem mais tarde, na noite do banquete de Belsazar (cap. 5). Eventualmente foram devolvidos por Zorobabel, que os levou de volta a Israel (Ed 1.7).

1.3 — Eunucos. Nas monarquias do Oriente Médio antigo, os haréns reais geralmente eram supervisionados por homens castrados, considerados confiáveis para desempenhar tal tarefa. Um eunuco geralmente era tido como um oficial privilegiado. Ele desfrutava de relacionamento pessoal com o rei, e o monarca geralmente buscava seus conselhos. Alguns especulam que Daniel e seus amigos se tornaram eunucos ou que pelo menos foram separados para aconselhar o rei (v. 9), mas não há nenhuma declaração específica no livro a esse respeito. A expressão filhos de Israel refere-se à população em geral da nação de Israel.

1.4, 5 — A informação entendidos no conhecimento diz respeito à educação prévia dos jovens. Nas letras e na língua dos caldeus. O idioma da maior parte da Mesopotâmia era o acadiano, um tipo de escrita cuneiforme, geralmente registrada em tabletes de argila. Ao longo dos séculos, os babilónicos e assírios produziram grande quantidade de literatura de todos os tipos. E, embora o aramaico já houvesse começado a substituir o acadiano por volta de 600 a.C., os estudiosos babilónios continuavam estudando e até mesmo registrando sua literatura no idioma clássico. Para Daniel e seus amigos serem considerados realmente letrados, tinham de estar familiarizados com essas tradições literárias. O termo caldeus era comumente aplicado aos babilónios como um todo, e também usado para designar o grupo de astrólogos, adivinhadores e outros ao qual Daniel foi incorporado (Dn 1.17; 2.2,4,5,10;3.8).

1.6 — De acordo com o historiador judeu do primeiro século, Josefo, os quatro jovens eram membros da família real de Zedequias.

1.7 — O nome Daniel significa Deus é meu juiz. O nome babilônico de Daniel, Beltessazar, significa a senhora protege o rei, uma referência à deusa Sarpanitu, esposa de Marduque. O nome Hananias significa o Senhor é gracioso. O nome babilônico de Hananias, Sadraque, significa Eu tenho medo do deus. O nome Misael significa Quem é o que Deus é? O nome babilônico de Misael, Mesaque, significa Eu sou de pouca expressão. O nome Azarias significa O Senhor me ajudou. O nome babilônico de Azarias, Abede-Nego, significa Servo de (deus) Nebo.

1.8 — Não se contaminar. A recusa de Daniel em comer da porção do manjar do rei não estava relacionada com o consumo de comidas gordas ou vinho. Havia dois problemas com o cardápio real: (1) certamente ele incluía alimentos proibidos pela lei judaica e alimentos que não eram preparados de acordo com as estipulações mosaicas (Lv 11); (2) Provavelmente a carne era dedicada a ídolos, como era costume na Babilônia. Participar da mesa real seria como reconhecer os ídolos como divindades.

1.9 — Ora, deu Deus a Daniel graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos. Esse relato indica que o chefe dos eunucos tinha autoridade sobre Daniel, levando alguns teólogos a concluir que o próprio Daniel fizesse parte do grupo dos eunucos.

1.10,11 — Os amigos de Daniel se uniram a ele na recusa de comer do cardápio real (v. 7,17, 19). A declaração arriscareis a minha cabeça sugere que o rei poderia ordenar a execução do chefe dos eunucos caso ele aceitasse as exigências de Daniel e seus amigos.

1.12,13 — O termo legumes representa tudo que cresce a partir de uma semente e inclui vegetais e grãos. O pedido por água indica que Daniel e seus amigos não desejavam beber o vinho, provavelmente porque, como a comida, era dedicado aos ídolos (v. 8).

1.14-16 — A descrição semblantes melhores [...] mais gordos indica que Daniel e seus amigos estavam mais saudáveis do que todos os jovens que comiam porção do manjar do rei.

1.17 — Deus deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras. Assim como Moisés fora educado no conhecimento egípcio, Daniel e seus amigos também foram instruídos na educação dos caldeus. A sabedoria dos caldeus consistia de ciências existentes na época, incluindo a interpretação de agouros transmitidos por meio da astrologia, do exame de fígados, rins e entranhas de animais, e do exame de órgãos e do voo dos pássaros. Daniel tinha a vantagem adicional de compreender toda visão e sonhos. No antigo Oriente, os sonhos eram considerados fonte de revelação divina, e, portanto, sua interpretação era extremamente valorizada. O dom de Daniel, recebido de Deus, colocava-o muito além das habilidades dos intérpretes caldeus (Dn 4.5-9).

1.18 — A expressão fim dos dias refere-se ao final de três anos (v. 5). O chefe dos eunucos era Aspenaz (v. 3).

1.19-21 — Daniel serviu como conselheiro do rei durante o término de seu treinamento no reinado de Nabucodonosor (cerca 603 a.C., v. 5) até ao primeiro ano do rei Ciro (539 a.C.). O que significa que Daniel manteve seu cargo até o fim do império babilônico.

Daniel 1, A Juventude do Profeta


Introdução: A história do jovem Daniel aconteceu na Babilônia, o mesmo lugar onde foi a torre de Babel e hoje é o Iraque. Durante o reinado do tirano Nabucodonosor, conhecido pelos jardins suspensos e grandes construções na Babilônia. Algumas ruínas como o Zigurate de Ur, um templo babilônico mostram a suntuosidade deste império. O povo de Israel esteve cativo na Babilônia desde a queda de Jerusalém em 587 a.C. quando os exércitos babilônios destruíram o templo e roubaram seus tesouros.


Como ser um jovem consagrado a Deus?

Vamos aprender alguns desafios enfrentados por Daniel e como superou tudo se consagrando a Deus:

1- Superar Perdasv.3,4

Nabucodonosor Levou como escravos os mais nobres do povo (v.3,4). Jovens inteligentes que foram feitos eunucos (castrados) para servir ao rei. Em torno de 10 mil pessoas (II Reis 24.14). Dentre os cativos havia centenas de jovens judeus. Daniel, Hananias, Misael e Azarias estavam entre os prisioneiros (v.6,7). Eles perderam tudo, família, amigos e dignidade, mas mesmo assim foram fiéis a Deus.
Na vida passamos por muitas perdas. A juventude moderna vem de uma geração mimada e acostumada a conseguir tudo o que quer. Por isso vários jovens que não estão preparados se desesperam ao ouvir um simples não de uma entrevista de emprego ou de alguém que se interessa para se relacionar. Quando um jovem cristão sofre uma perda, consegue superar porque tem a ajuda do Consolador que é o Espírito Santo (João 14.16,26). Mesmo que perder tudo, nunca perderá sua fé.
Aprenda a superar perdas!

2- Controlar Desejosv.5 e 8

Os jovens cativos deveriam comer a mesma comida do rei. Uma alimentação especial, mas baseada em carnes de animais sacrificados aos ídolos da Babilônia. A decisão de Daniel foi de não se contaminar comendo os banquetes do rei que eram comidas sacrificadas a ídolos, além de nada saudáveis. Preferiram comer legumes, frutas e verduras. Daniel e seus amigos resolveram o problema com muita oração, mas com firmeza (v. 9-14). O resultado da obediência foi que Daniel e seus amigos ficaram mais fortes e saudáveis que todos os outros jovens.
O hedonismo é uma filosofia de vida que ensina a fazer tudo o que sentir vontade. Este tem sido o lema da juventude atual, mas é algo perigoso porque em muitos casos os seus desejos se tornam incontroláveis. Um jovem cristão precisa buscar o domínio próprio, que somente o Espírito de Deus pode nos dar (Gálatas 5.23). Jesus ensinou que “se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me (Lucas 9.23) para mostrar que na vida cristã precisamos aprender a controlar os impulsos da carne.
Aprenda a controlar os desejos!

3- Manter sua Identidade: v.6,7

Daniel e seus amigos foram submetidos a uma troca de seus nomes hebreus para nomes da religião babilônica. Em cada um dos casos o nome hebraico tinha o nome de Deus (EL ou YAH, abreviaturas de YAHWEH e ELOHIM para terminação de nomes) e os nomes babilônicos também traziam os nomes de seus deuses. Mesmo esta mudança radical de seus nomes não foi capaz de mudar sua personalidade. Em momento algum assumiu sua identidade babilônica, mas se conservou como judeu e acreditando no Senhor.
A juventude cristã tem sido pressionada pelo mundo para se conformar com este século, mas precisa a cada dia renovar sua mente para não perder sua identidade e fé (Romanos 12.1,2).
Não perca sua identidade cristã!

Consagre sua juventude a Deus!


CONCLUSÃOv.15,16
Daniel e seus amigos se mantiveram firmes na presença de Deus e foram revestidos de sabedoria especial da parte de Deus (v.17 e 20). O rei fez testes de conhecimentos e viu que a sabedoria deles era muito superior aos outros jovens do reino. Daniel ainda recebeu o dom da interpretação de sonhos e visões que o destacaram como profeta de Deus.
Daniel era um jovem que buscava ter uma vida santificada. Não media esforços para sacrificar algo. Não aceitava o pecado. Era um guerreiro de oração. E você? Estaria disposto a abrir mão de algum prazer para pagar o preço da santificação? Seja um jovem consagrado!




sábado, abril 14, 2018

Downloads de Comentários Bíblicos

Esses comentários vão ajudar profundamente na compreensão da Bíblia: 

Downloads:

R. N. Champlin - Comentário Versículo por Versículo

     Um bom comentario de conhecimento mas vale ressaltar alguns erros em relação a sã doutrina. Deve ser usado com sabedoria e precaução. Tem todos os versículos da Bíblia e explicação sobre cada um deles.

Antigo Testamento:

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Novo Testamento:

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quinta-feira, setembro 28, 2017

Ex-funcionário da Google funda religião para criar e louvar Inteligência Artificial


Parece que a criação de igrejas peculiares não é uma exclusividade do Brasil. De acordo com a Wired, o engenheiro Anthony Levandowski, um dos nomes por trás do carro autônomo da Google, criou uma religião nos Estados Unidos para desenvolver uma inteligência artificial divina.

Chamada de Way to the Future, a igreja busca "desenvolver e promover a realização de uma divindade baseada em inteligência artificial". Segundo a Wired, a instituição sem fins lucrativos de Levandowski não fez o pedido de isenção de impostos para religiões, mas os documentos que foram registrados mostram o engenheiro como CEO e presidente da crença.
Levandowski ainda não se pronunciou oficialmente sobre a sua iniciativa religiosa. As informações sobre a igreja também são escassas, mas a iniciativa já deixa claro que o engenheiro é um grande apoiador da Singularidade, momento em que homem e máquina serão um só. Elon Musk, por outro lado, não deve estar contente com essa notícia.
Além de ser o mensageiro da palavra da IA, Levandowski é um dos cientistas mais renomados da atualidade na área de carros autônomos. Ele é conhecido pelas acusações de ter roubado segredos industriais do Googlee compartilhá-las com a Uber. O engenheiro também é responsável pela empresa de caminhões Otto, que é parte da Uber e fez a primeira entrega totalmente autônoma do mundo no ano passado.

Ex-Google funda religião que tem um robô como deus

Anthony Levandowski é um sujeito que ficou conhecido e admirado no Vale do Silício devido à sua experiência com robótica, embora seu nome tenha ganhado contornos negativos recentemente. E agora o homem que desempenhou um papel importante para o desenvolvimento da automação veicular pode estar prestes a entrar nos holofotes novamente, mas por um motivo bem inusitado.
O repórter Mark Harris, que escreve para o Backchannel, descobriu que Levandowski fundou uma organização religiosa que tem os robôs como figura divina. Chamada Way of the Future, a entidade foi registrada em setembro de 2015, mas pouco se sabe sobre suas intenções. [Fontes: Adrenaline e olhar Digital]
Saiba Mais: Clique Aqui

terça-feira, agosto 29, 2017

Conheça a "Dízimo Fiel", a maquininha de cartões das igrejas




Reprodução/Dízimo Fiel

A tecnologia em benefício da fé. Moradores da cidade de Dois Vizinhos, no Paraná, criaram uma máquina de cartões de crédito e débito especializada no dízimo, a Dízimo Fiel. Marcos Leandro Nonemacher, um dos idealizadores do projeto, explica que a ideia é facilitar a captação do dinheiro, tanto em doações mensais quanto em festas beneficentes, como as quermesses.
“A gente observou que as pessoas da igreja tinham dificuldade para controlar o dinheiro, as vendas das quermesses. Eles usavam ficas impressas, o que, na hora de contar, deixava o processo lento, moroso. Aí a gente desenvolveu uma solução que juntava na maquininha do cartão de crédito para retirar essas fichinhas da quermesse”, afirma Nonemacher, em entrevista ao Jorna de Brasília.
A ideia foi bem aceita e, a partir daí, seguiu para a criação do serviço, que integra a máquina a um sistema de controle de gastos da igreja e até um aplicativo de dizimistas. “Nossa solução permite que todos os dizimistas estejam armazenados nela, seja com nome, CPF ou um tipo de código. Nessa identificação, é apresentado todo o histórico de dízimos daquela pessoa e também a modalidade de pagamento” conta.
A doação mensal pode ser paga em débito, crédito e em dinheiro. Depois da transação, a máquina imprime um recibo com indicação do CNPJ da igreja e dados de quem doou. O criador garante que a empresa não cobra porcentagens dos valores recebidos, apenas o aluguel pelo uso dos equipamentos, que varia de R$ 100 a R$ 150. “As taxas são cobradas apenas pelas empresas de cartão de crédito e débito”, explica.
De acordo com o criador,  as máquinas de cartões da Dízimo Fiel estão presentes em mais de 12 estados, em igrejas de diferentes religiões. [Fonte: Yahoo]

terça-feira, agosto 08, 2017

Achado no Mar da Galileia local onde Jesus teria multiplicado pães e peixes

Arqueólogos israelenses encontraram nos arredores do Mar da Galileia (Lago Tiberiades ou Kinneret) os restos de Betsaida (Julias), o povoado onde, de acordo com a tradição cristã, os apóstolos Pedro, André e Felipe moravam e onde aconteceu o milagre da multiplicação dos pães e peixes.
"Encontramos o que parece ser a cidade dos três apóstolos, onde Jesus multiplicou os pães e os peixes", afirmou nesta segunda-feira à Agência Efe o arqueólogo Mordejai Aviam, do Kinneret College, em Israel, que há três anos trabalha neste projeto.
Na margem nordeste do Mar da Galileia, a equipe vasculhou o lugar onde, conforme o Novo Testamento, estiveram três dos apóstolos de Jesus, a Reserva Natural do Vale de Betsaida, como é conhecida hoje.
Há pouco tempo, Aviam achou, com mais 25 arqueólogos e voluntários, uma capa do período das Cruzadas, uma feitoria de açúcar do século XIII, um mosteiro e o que parece ser uma igreja. Dois metros debaixo do solo encontraram restos do período bizantino, que se remonta à etapa final do Império Romano e que nos seus primeiros anos de vida se estendeu por todo o Mediterrâneo Oriental. Tempo atrás tinha sido descartada a possibilidade de encontrar algo deste período da história, mas foi a aparição de uma peça de cerâmica em 2014 que fez que a equipe se concentrasse mais nesta área e o que fez aumentar as expectativas.
"Existem moedas, cerâmica, um mosaico, paredes e um banheiro de estilo romano, o que nos leva a crer que não se tratava simplesmente de um povoado, mas de uma grande cidade romana", afirmou Aviam, acrescentando que abaixo da camada que objetos das Cruzadas estão ruínas do período anterior, o Romano (de 300 a 100 a.C.).
De acordo com a Bíblia, Jesus foi para esse lugar para descansar sozinho, afundado na tristeza pela notícia da morte de João (ordenada por Herodes Antipas), mas foi seguido por uma multidão.
Quando anoiteceu, os discípulos sugeriram que ele dispensasse os seguidores para que pudessem comer, mas ele respondeu que não era necessário que fossem embora e pediu para servir as pessoas com os alimentos que tivessem ali. Foi quando os discípulos disseram que só tinham cinco pães e dois peixes.
"18. E ele disse: 'Trazei aqui'. 19. E, tendo mandado a multidão sentar na grama, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. 20. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, 12 cestos cheios. 21. E os que comeram foram quase 5 mil homens, além de mulheres e crianças." (Mateus 14:18-21).
Avian está convicto de que os objetos achados demonstram que esse é o local onde milhões de cristãos viram esse milagre, apesar de outras teorias arqueológicas situarem esse ponto em outros lugares da região, rejeitando essa situação com o argumento de que o nível do lago nessa área cobria a zona, algo que as novas descobertas contradizem.
O historiador Flávio Josefo descreveu nos seus textos a cidade de Betsadia e explicou que o rei judeu Filipe, o Tetrarca, a transformou, fazendo com que o local se transformasse de uma vila de pescadores em uma autêntica cidade romana.
Não muito longe dali, na cidade de Tiberíades, na margem oposta do lago, novas escavações situam Madala, o povoado onde nasceu e viveu Maria Madalena, uma das figuras femininas mais relevantes da Bíblia.
Os responsáveis pelas mais novas descobertas arqueológicas na zona querem fazer das terras próximas ao Mar da Galileia um lugar de peregrinação, culto e turismo e por isso querem acompanhar os passos de Jesus e percorrer as paisagens por onde ele e seus discípulos caminharam. Para muitos dos que creem, pisar na terra em que Jesus Cristo viveu e ver resquícios que datam de sua época e que põem no mapa atual os lugares apresentados na Bíblia é, além de uma experiência repleta de emoção, uma forma de reafirmar a própria fé.[Fonte: Yahoo]
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